sábado, 28 de janeiro de 2017

A Luz entre oceanos

Foi o último filme que fui ver e gostei muito.
 
Uma história comovente, de um casal, que vive num farol e que não consegue ter filhos.
Um dia recebem de "presente", vindo do oceano, um bebé. Não dizem nada a ninguém e fingem que é deles, pois a mulher tinha acabado de perder o filho que esperava, pela segunda vez.
A criança cresce feliz, até que passados quatro anos, o inevitável acontece...

É um filme muito, muito bonito.


                                                                                 

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Parabéns Ana:)

Que tenhas um dia muito feliz:)

                                                                              
 
É sempre tempo para sonhar:)
Que realizes todos os teus sonhos!
 
PARABÉNS:)
 

sábado, 14 de janeiro de 2017

Um dia de Sol :)

 
«Fotografia» significa «pintar com luz»...
 
Pág. 23, O Livro do Hygge
 

 
 
 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Périplo cultural

Hoje foi dia de visitas a museu/exposições.
De manhã Visitei a Casa da Memória da Presença Judaica em Castelo Branco. Gostei imenso. Não tenho registos fotográficos - esqueci-me da máquina - mas aconselho uma visita ao espaço. Muito interessante e muito bem concebido.
Foi inaugurado no passado dia 11 de Novembro.

Depois uma visita à exposição patente no Antigo Edifício dos CTT  narrativa de uma obra de emoções de Alexandre Frade-Correia.

"Vá ver, percorra as salas, conheça, descubra, fotografe, saboreie, fale, critique, deixe, leve. Vá sentir a diversidade que Alexandre Frade Correia consegue mostrar, partilhar momentos únicos com as peças apresentadas, valorizar o passado, admirar o presente. Vá conhecer o percurso do pintor, a audácia do criativo, a técnica do alquimista, a capacidade de superação do habitual. Transforma-se, surpreende mas mantém o que o torna único e é isso    que tem para oferecer:
É autêntico.

Quase sempre ausente das agendas do mundo da Arte, prefere o percurso solitário, indiferente a modas, movimentos, escolas; fechado no seu mundo mas não descurando o que o cerca.

Frade Correia revela, agora, elementos da obra e da vida, mostrando-se, como é habitual: desprendido, impulsivo, duro, cortante, mordaz, anti tudo, talvez incompreendido mas profundo, rigoroso, sensível, delicado.

Percebe-se que resiste à mão pesada do tempo, associando o novo à cultura do que já foi."

Retirado do desdobrável da exposição.

                                                                                      

 
 
Sou Marinheiro Sem Barco
 
Sou marinheiro sem barco
em mar largo a navegar...
Tenho lágrimas salgadas
tal como as ondas do mar.
 
Tenho sonhos de aventura
por mares e continentes,
e não preciso de barco
para ver terras e gentes.
 
Eu suponho que já fui
a própria onda chorando,
o barco que hoje não tenho
e que tive não sei quando.
 
Sem ter mar e sem ter barco
passo a vida a navegar.
Tenho lágrimas salgadas
tal como as ondas do mar.
 
João Frade Correia
 
(Retirado do desdobrável da exposição)
 












 
Vale a visita!
 
 
E acabei este meu périplo, no Centro de Cultura Contemporânea, a ver a exposição Estudos de Luz Na Coleção Serralves.
Há-de dar outro post!
 
 

domingo, 1 de janeiro de 2017

Chegámos: 2017!

Este texto foi o meu segundo Post, aqui no blogue. Há dias vi-o noutro blogue. Um pouco diferente e atribuído a outro autor.
Uma vez que não há a certeza da autoria, deixo-o ficar tal como  o recebi e o publiquei, na altura.

Cada vez mais me identifico com o conteúdo e por isso aqui o deixo, no começo de um novo ano, que desejo tranquilo e livre de tudo o que nos intoxica, seja física, seja psicologicamente!


FELIZ 2017!

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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Tempo Mágico

Recebi por mail este texto, que me chegou como sendo atribuído a Rubem Alves.


                                              "Tempo Mágico..."

   " Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.Sinto-me como aquela menina que ganhou uma tijela de cerejas. As primeiras ela chupou-as displicente, mas percebendo que faltam poucas, até rói o caroço.

    Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
    Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
    Não tolero gabarolices.Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando os seus lugares, talentos e sorte.

    Já não tenho tempo para projectos megalómanos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milénio.

    Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.

    Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturas.
     Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de "confrontação" onde "tiramos factos a limpo".

     Detesto fazer acareação de desafectos que lutaram pelo majestoso cargo de Secretário geral do coral.

     Lembrei-me agora de "Mário de Andrade" que afirmou: "as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos".
     O meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos.

     Quero a essência, a minha alma tem pressa...

     Sem muitas cerejas na tijela, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir dos seus tropeções, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge da sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado do Bem.

     Caminhar perto de coisas e pessoas verdadeiras, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.

     O essencial faz a vida valer a pena."



 
Passagem do Tempo
 
 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Última leitura de 2016


Este ano li muito pouco.
Parece que cada  ano em que faço planos para ler mais, ainda leio menos.
Não sei bem quantos livros li, mas foram poucos.

Paula Rego por Paula Rego foi o último. Acabei-o ontem.
Para quem tem alguma curiosidade sobre a artista, aqui fica a sugestão.
É um livro fácil de ler (são entrevistas feitas por Anabela Mota Ribeiro, em tempos diferentes) e fiquei a conhecer um pouco mais sobre a vida e o percurso artístico de uma figura com quem simpatizo.

                                                                                 
 
 
"Com a naturalidade de quem obtém o privilégio de assistir invisível a uma conversa particular, acedemos com estas conversas ao conhecimento desse inevitável quotidiano que é o obscuro processo de trabalho da artista, a sua ambição de « fazer uma coisa que não consegue fazer», de pintar «aquilo que dói, magoa», [...]. Estes diálogos não iluminam « o quarto escuro» em que a artista confessa estar «desde os três anos », mas ajudam-nos a não tropeçar em ideias feitas, a fugir das convenções de interpretação estereotipadas, a experimentar o sobressalto  que a obra de Paula Rego sempre origina na nossa própria inquietação, a ver dentro de nós no escuro da sua obra."
 
João Fernandes
(Na contracapa do livro)
 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Feliz Natal!

 
Desejo um Bom Natal a todos os amigos que por aqui vão passando.