domingo, 3 de dezembro de 2017

No Outono da Vida


 Um livrinho, com duas histórias, que  se lê de fio a pavio.
                                                                         


« Em breve, o gato converteu-se num guerreiro coberto de cicatrizes, infestado de pulgas, com um rasgão numa orelha e um aspecto miserável. Era um bicho de várias cores e tinha os olhos pequenos e amarelos. Ocupava um estatuto muito baixo numa escala que tinha no cimo os gatos com pedigree, elegantes e com cores delicadas. Mas era independente e muitas vezes apanhava pombos, quando se fartava da comida de lata ou do pão com molho de carne de pacote que Hetty lhe dava, e fazia ronrom e aninhava-se quando ela o abraçava  contra o peito nas alturas em que a solidão apertava. Isso acontecia cada vez com menos frequência. Quando se apercebeu de que os filhos só queriam que ela os deixasse em paz, pois a velha trapeira os envergonhava, aceitou esse facto e uma amargura sempre misturada com um humor feroz só se avolumava em ocasiões como o Natal. E cantarolava ao gato: "Seu bichano mauzão, seu gato porco, ninguém te quer, pois não Tibby, Tibs, Tibs."»

(Na contracapa do livro)




sábado, 2 de dezembro de 2017

Um pouco de música...




                                                                                   

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Young@Heart


Um projecto musical diferente, que o meu sobrinho Nuno me deu a conhecer.
Interessante!

Bom feriado!
Bom fim-de-semana!


                                                                             

                                                                                 

                                                                               

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

A Paixão de Van Gogh


Fui ver, hoje.
É um filme diferente.
Achei muito interessante, quer a história, quer a forma como está feito.




                                                                         

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Livros, revistas e afins...


"...sem os pássaros o mundo ficaria irremediavelmente mais pobre..." 


Diário da Natureza - 2018 é uma agenda para 2018, com aguarelas  e algumas informações sobre os seres vivos apresentados - maioritariamente pássaros.

Uma aguarela por semana, algumas de página inteira representando passarinhos cantores ( a maioria), paisagens e plantas.

O Pisco-de-peito-azul, Picanço-real, Rouxinol, Rabirruivo-de-testa-branca, Estrelinha-de-poupa, Chapim-carvoeiro, Pintassilgo...e tantos outros, representados pelas belíssimas aguarelas da autora Luísa Ferreira Nunes.

É uma agenda/livro muito bonito, que vou juntar aos dois, igualmente bonitos, que já tenho, da autora: "Animais e plantas de Portugal" e "Rios, riachos e charcos".

                                                                                


"Os pássaros, ou passeriformes, são aves que todos reconhecem, pelo seu tamanho, canto e proximidade com os humanos. De facto, por onde quer que se vá, encontramos estas aves encantadoras e com um papel ecológico inestimável. Consomem enormes quantidades de insectos nocivos, ajudam à polinização e à proliferação de sementes, e ainda encantam com as suas cores e cantos extraordinários. Rachel Carson, nos longínquos anos 60 do Séc. XX, referiu-se a eles de forma indelével, quando escreveu o seu livro "Primavera Silenciosa", porque os pássaros deixaram de cantar, envenenados pelos pesticidas, e com esta frase fundou o ecologismo moderno. Ela sabia que  sem os pássaros o mundo ficaria irremediavelmente mais pobre, e o que Luísa Ferreira Nunes desenha nestas páginas é a imensa diversidade de espécies, e o amor que elas suscitam." 

Nuno Gomes - Biólogo

(na contracapa da agenda)




O último número da Project Calm, o número 4. Para mim, a melhor das cinco revistas da colecção. Com páginas lindíssimas e a possibilidade de fazer trabalhos muito interessantes. 

Para os fãs de trabalhos em papel e de uma filosofia de vida ligada às coisas simples e à natureza.
Gosto muito desta revista! Já tinha dito, não já?...


terça-feira, 14 de novembro de 2017

Quando...

                                                                                 



Quando era criança acreditava que todos os sonhos eram possíveis e que os meus sonhos se iam tornar realidade.
Mas vamos crescendo e a vida vai-nos trocando as voltas e afinal quase nada era verdade, quase nenhum sonho se tornou realidade. Pelo menos, não da forma que o imaginámos.
Mas não importa!
Importante é nunca deixar de sonhar, enquanto procuramos sempre o lado positivo da realidade que nos vai sendo permitido viver.


terça-feira, 7 de novembro de 2017

Canção de Embalar


Neste momento
A minha canção de embalar
Não é o mar nem o vento

Nem as lendas do mar alto
Que os búzios nas orelhas
Me contam em segredo

Nem a cantiga de amigo
Que a minha avó cantava
Para marcar o ritmo
Ao meu berço de verde pinho

Neste momento sem mar nem vento
A minha canção de embalar
É o madrigal do rouxinol
Na cerejeira do quintal


Tarcísio Trindade

                                                                             




sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Patxi Andión em Castelo Branco



                                                                   

Fui ontem ouvi-lo ao Cine-Teatro Avenida de Castelo Branco.
Foi um espectáculo inesquecível!
A primeira parte, com as músicas de Patxi Andión, e a segunda, com músicas do Zeca Afonso, cantadas por Patxi Andión com participações de José Barros, João Afonso (sobrinho do Zeca Afonso), Carlos Alberto Moniz. Também participou o filho mais novo de Patxi Andión.

Quem me diria,quando era jovem, que um dia ainda iria ouvi-lo ao vivo, ainda por cima aqui em Castelo Branco...

Há coisas que os tempos mudaram para melhor. Hoje o interior não é outro  mundo.


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Quadra


XLII

Quando me toma o cansaço
Penso em ti, como quem reza,
E a alma torna-se de aço,
E a vida já não me pesa!

Augusto Gil
O Craveiro da Janela, pág.53

                                                                             
 
Myra Landau
 
Bailado (título meu)
 
                                                                                 

domingo, 22 de outubro de 2017

Toada


Cantiga triste, pode com ela
é quem não perdeu a alegria.

Adélia Prado

                                                                              
 
O voo leve das borboletas...


Exausto

Eu quero uma licença de dormir,
perdão para descansar horas a fio,
sem ao menos sonhar
a leve palha de um pequeno sonho.
Quero o que antes da vida
foi o profundo sono das espécies,
a graça de um estado.
Semente.
Muito mais que raízes.

Adélia Prado

                                                                                 
 
Manjerico no Outono...
 
 

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Parabéns Maria João

Que tenha um dia muito feliz!

                                                                           

Foto de bolo retirada da Net






sábado, 7 de outubro de 2017

Livros e revistas :)


Já saiu o número 3 da revista Project Calm.
O tema deste número é o Mar.

                                                                                     
 
 
 
E uma sugestão de um livro conhecido, mas em formato diferente: O Diário de Anne Frank em banda desenhada.
 
 
 
 
 
Bom sábado:)))
 
 

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Parabéns Cláudia!

Que tenha um dia muito feliz!

E que mantenha sempre a sua alegria, simpatia e o espírito jovem!

                                                                              

( Foto de bolo retirado da Net)




Kate Bush numa canção (com alguns anos) inspirada no livro "O Monte dos Vendavais"


quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Dia Mundial do Professor


Aproveito a mensagem que a LEYA mandou aos professores, e que achei muito bonita, para desejar a todos os professores, que, como eu, gostam e se orgulham da sua profissão,  um FELIZ DIA DO PROFESSOR!

BOM FERIADO!

                                                                                  


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

E já é Outono...


                                                                              




Já sabe bem o Outono!


segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Intervalo

 
                                                                                 

sábado, 9 de setembro de 2017

Coisas simples, com sentido

55

É domingo hoje
mas nós não saímos

é o único dia
que não repetimos

e que dura menos

Mas põe o teu rouge
que eu mudo a camisa

não como quem
de ilusão
precisa

tomaremos chá
leremos um pouco

e iremos à varanda
absortos

antónio reis , poemas quotidianos, pág.73


                                                                           
 
Mulher com sombrinha
D. Maria Pia
 
« A mesma estação, o mesmo espírito estival, foi buscá-lo Maria Pia, em 1885, a Mulher com sombrinha. Uma aguarela replicada da gravura Mittsommer, da autoria do pintor belga Jan van Beers (1852-1927), capa da revista Illustrierte Zeitung, de 21 de junho de 1884. »
 
 
Um Olhar Real, Obra Artística da Rainha D. Maria Pia, pág.98/99
 
 

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Bilhete Postal - 3

Um veio de Espanha e outro de França.
O que vale são as amigas que viajam e se vão lembrando da gente!

Já ninguém escreve...

Por isso tem ainda mais valor o postal amigo que nos chega de surpresa!
Obrigada:)

               



sábado, 2 de setembro de 2017

Outras leituras:)

Descobri por acaso e gostei muito.
                                                                                  

Um volume que reúne vinte e três contos e poesias de Beatrix Potter.
Os textos estão completos e incluem as ilustrações originais.
Muito bonito:)


Comprei-o numa livraria e só depois é que vi que era um belíssimo catálogo de uma exposição.
Não me lembro de ouvir falar da exposição, mas o catálogo tem a data de 16 de Dezembro de 2016 a 21 de Abril de 2017, no Palácio Nacional da Ajuda.
É um livro muito interessante e bonito:)


Descobri o número 2 desta revista (o último a sair) há pouco tempo. Entretanto já consegui os números 1 e o 0. Têm coisas muito giras para quem, como eu, gosta de trabalhos manuais.
Há material para ler, para fazer e para criar. Quase toda a revista pode ser utilizada para fazer trabalhos.
Adoro!


Marcadores - CIII


Oferecidos por duas amigas ( obrigada)  e dois que vieram em livros que comprei.
Mais uma miscelânea, os últimos que chegaram à colecção:)

                                                                                 


 
 

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Inevitável?...


6

Que foi feito de nós
Ah Clara nada invejes

todos mais ou menos
ficamos tolerados
e aguardando

receando como tu
o desemprego e a velhice

vendo
crescer
os nossos filhos sem sorrir


antónio reis, poemas quotidianos, pág.24

                                                                                
 
Paysagem - Figura Negra
Amadeo de Souza-Cardoso
 
 

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Sol e sombra...

...na aldeia.

                                                                            









                               

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Bons vícios :)


Últimas aquisições.
Chegaram, todos, hoje!
Vindos directamente da Bertrand e da Lumière.

                                                                        
 
 

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Borboleta voa, voa...

Caiu há dias na minha varanda e tentei reanimá-la, deitando-lhe umas gotinhas de água em cima, mas não valeu de nada.

Para ali ficou um ou dois dias, depois apanhei-a e coloquei-a numa caixa transparente para mostrar à minha  sobrinha. Lá foi ficando na caixa e como ainda estava intacta, coloquei-a numa planta, com um alfinete.  E ainda lá está...

                                                                                


 
 

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Anna e o Homem Andorinha

Primeiro foi a capa que me atraiu, depois o título e depois os elogios de diferentes publicações, publicadas na badana da contracapa.

A leitura faz-se com facilidade e alguma expectativa, mas esperava sentir as palavras com mais emoção.
Fiquei na dúvida quanto ao final...

Uma certeza nos fica: a guerra é estúpida, inútil e destruidora. Qualquer guerra. A guerra é um lugar de tristeza e solidão.


 
 
"As nossas armas são o conhecimento, e a observação, e a paciência, e o tempo, e se tivermos uma dose suficiente destas duas últimas coisas, as nossas armas irão sempre prevalecer." (Pág.80)
 
Anna e o Homem Andorinha, Gavriel Savit
 
                                                                         
 
 
 
"Cracóvia, 1939. Um milhão de soldados marcham e mil cães ladram. Este não é um lugar para crescer.
 
Anna tem apenas sete anos no dia em que os alemães levam o seu pai, professor de Linguística, durante a purga de intelectuais da Polónia. Está sozinha quando encontra o Homem-Andorinha, um astuto trapaceiro, alto e estranho, com mais de um às na manga; um impostor que consegue até que os soldados com que se cruza só vejam aquilo que ele quer que vejam.
 
O Homem-Andorinha não é o pai de Anna - ela sabe-o bem, mas também sabe  que, como o seu pai, está em perigo e, também como o seu pai, tem o dom das línguas: fala polaco, russo, alemão, iídiche e a linguagem dos pássaros,
Quando o misterioso indivíduo consegue que uma bela andorinha lhe pouse na mão para que Anna deixe de chorar, a menina fica encantada. E decide segui-lo até onde ele for.
 
Ao longo da viagem, Anna e o Homem-Andorinha escaparão a bombas e soldados e também farão amigos. Mas num mundo louco, tudo pode ser um perigo. Até o Homem- Andorinha." (Na badana da capa).
             

                                                                         

domingo, 13 de agosto de 2017

Livros de ouro


Uma curiosidade, retirada da Estante nº 13/Primavera 2017                                                                          


sábado, 12 de agosto de 2017

Dia do filho do meio


É o meu dia!!!

                                                                                  


 « Próximo Dia do Filho do Meio 12 de Agosto de 2017 (Sábado)


O Dia do Filho do Meio comemora-se a 12 de agosto.


Se o primeiro filho é especial e o líder dos restantes, o filho mais novo é o mais mimado, recebendo todas as atenções da família. O filho do meio fica geralmente numa situação complicada, sem um papel definido e sem a proteção que os outros filhos gozam por parte dos pais. Foi para mimar e homenagear todos os filhos do meio do mundo que se criou o Dia do Filho do Meio.
O síndrome do filho do meio existe e deve ser combatido pelos pais. Neste dia os pais devem ligar aos filhos do meio, assim como os filhos mais velhos e mais novos devem demonstrar de alguma forma o carinho que têm pelo irmão do meio.
Ser o filho do meio tem porém as suas vantagens (para além da comemoração deste dia). O filho do meio pode gozar de mais independência, aprender com o exemplo do irmão mais velho e sentir-se superior e um professor para o filho mais novo.»

(Retirado da Net)    


                                                                              
 
 

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Acasos


Os acasos levam-nos às vezes para caminhos inesperados.

E o arco-íris fica ali a lembrar-me: é  sempre tempo de novos amigos entrarem no nosso coração.

                                                                        
    

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Apontamentos


"A cultura é provavelmente um talento muito ambíguo."


                                                                             





"Não há lugares aborrecidos na Terra.
Isto é o que eu receio em relação aos mais novos hoje em dia: que por causa da sua obsessão com os media artificiais, tenham pouco entusiasmo pelas experiências genuinamente criativas."


 
 
                                                                                      


 
 
 
"Odeio aqueles que fingem ser radicais e continuam a viver a nossa forma de vida. Considero isso absolutamente nojento."



                                                                           
 



"Se te prender a qualquer coisa - pode ser arqueologia, música, desporto - que seja maior que tu próprio, não corres perigo. O terrível é quando as pessoas se prendem a um nada, ao vazio."
 
 
 
                                                                              


Retirado da entrevista a George Steiner, publicada na Revista do Expresso de 3 de Junho de 2017.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Gatos e gatinhos

Vinha no mesmo comboio que eu, há dias.
Um destes até queria...

                                                                               
 
Como se chamará?...
 
 
O Nome dos Gatos
 
O nome dos gatos, questão delicada,
Não é passatempo de gente indolente;
Bem podem pensar que sou doido varrido
Mas um gato tem sempre TRÊS NOMES DISTINTOS.
O primeiro é o nome usado em família
- É gato Lobato, Salvato, ou Renato,
Torcato, Honorato, Beato ou Falcato -
Nomes próprios, comuns, decentes, normais.
 
Gente de requintes e nomes sonantes
Tem nomes famosos de damas e heróis
- Deméter, Electra, Admeto e Platão -
Nomes próprios, comuns, decentes, normais.
Mas, sabem, ao gato um nome faz falta
Que seja diferente, exclusivo, distinto
Para andar emproado, cauda empertigada.
Bigodes ao vento, seguro de si.
Tantos nomes eu sei que chegam ao quorum
(E exemplos são Quaxo ou Coricopata
E Bombalurina ou então Gelinorum)
E mais nenhum gato terá nome igual.
 
Além destes nomes há um por dizer,
Nome que ninguém consegue adivinhar,
Nome inacessível à ciência humana,
Só O GATO SABE mas jamais confessa.
Se virem um gato a cismar, a cismar,
Sou eu que vos digo, o motivo é só um:
Sua alma isolada medita, contempla,
E pensa, repensa no nome que é seu,
Seu nome inefável e fável também
Fá-e-inefá-vel
Profundo, misterioso, singular.
 
T.S.Eliot  (O Livro dos Gatos)
 
 

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Quer um gato?


Esta foi uma pergunta que me fizeram, não há muito tempo. Estive tentada a aceitar, porque acho os gatinhos engraçados e como são mais ou menos independentes, podia ser uma companhia e não dar muito trabalho.
Mas acabei não aceitando, porque trazer para casa um animal destes é criar laços que nunca mais se desfazem. E depois?...
Não! Sou demasiado preguiçosa para criar estes laços...

Não aceitei.

Mas os gatos ultimamente "perseguem-me".


Há dias entrei na Bertrand para espreitar as novidades e houve um livro que me despertou curiosidade, pela capa, que achei tão bonita. As capas aproximam-nos e afastam-nos, se bem que depois o conteúdo do livro nem sempre coincide.

Este livro conta a história de "...como Nils Uddenberg, antigo professor universitário de Psiquiatria, se tornou dono de uma gata, embora nunca tenha querido ter qualquer espécie de animal doméstico.
Certa manhã de inverno, o autor encontrou uma gata no jardim da sua casa. A partir desse momento, a gatinha introduziu-se suave mas firmemente, na sua vida, para nunca mais a abandonar." (Na contracapa )

É um livro fácil de ler, que os amantes de gatos certamente poderão adorar. Gostei de o ler. A gatinha protagonista inspira-nos uma certa ternura e lá voltou outra vez a vontade de ter um gatito, mas  também, ao longo da leitura, por vezes pensei « Ainda bem que não tenho um gato!».

                                                                                     


"Conquanto não implique nada pior do que «ter um gato», provavelmente é bom para o desenvolvimento pessoal ser-se exposto a algo inesperado. Os velhos têm tendência a fixar-se em certos hábitos. A Bichana obrigou-nos a hábitos novos, o que tem sido sobretudo benéfico." ( Pág.208)

Pronto, quem sabe, quando for mais velha e estiver mais acomodada na vida, arranje, então, finalmente, um gatinho...